Os dispositivos auxiliares da marcha: muleta, bengala e andador são usados quando, por algum motivo, o paciente tem uma limitação, seja em decorrência de uma fratura, fraqueza muscular, déficit de equilíbrio, quedas frequentes, dor, após uma cirurgia, no período reabilitação (exemplo: prótese de quadril) e como proteção de estresse, lesões e maiores deformidades nas articulações, razões estas para que os pacientes com AR entendam como e porque utilizar tais dispositivos.

Normalmente os pacientes têm muitas dúvidas e dificuldades em como utilizar corretamente esses dispositivos que hoje em dia podem ser encontrados em farmácias sem a necessidade de prescrição por um profissional especializado o que leva a muitos erros na hora da compra e na sua utilização, podendo até levar a outros problemas e dores.

Todo e qualquer dispositivo de auxílio à marcha deve ser encarado como um meio para atingir seus objetivos e não como o fim da independência. Muitos pacientes ficam tristes por terem que usar bengalas, acham que é “coisa de velho”, mas é preciso rever os conceitos em relação a isso e entender que esses dispositivos servem para auxiliar algo que está difícil no momento e com isso dá ao paciente mais independência e liberdade, melhorando sua qualidade de vida.