Quando recebemos o diagnóstico da Artrite Reumatoide, a dor chega junto e passa a ser frequente. A dor da artrite é insidiosa, marcante, incapacitante e os movimentos já não são os mesmos. Por exemplo, quando doem os dedos, parece que o braço todo está doendo. Tudo o que a pessoa com AR quer é se ver livre dessa dor.
 
Muitas vezes, a pessoa se questiona, e também questiona o mundo, se um dia aquela dor não passará. Muitas, mas, muitas vezes mesmo, tendemos a ficar revoltados com a dor que não passa. Mas, é importante saber, que a dor da artrite reumatoide é maior quando a doença está em atividade.
 
Se a dor é nova, se dói mais forte, se a dor não passa, é necessário consultar o médico reumatologista para rever o tratamento medicamentoso básico de controle da doença e, até mesmo para investigar se a dor é apenas da artrite reumatoide ou de alguma condição secundária.
 
A dor não é indicador de controle da doença, mas pode ser sim, um indicador de descontrole da doença ou de uma conseqüência da doença.
A dor vai deixando de existir quando a doença estiver controlada e devidamente monitorada pelo médico reumatologista. Com uso de medicamentos biotecnológicos, e até mesmos dos tradicionais, o fim da dor chega com a remissão da doença. É preciso pensar que, uma hora, a remissão podechegar em sua vida.